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terça-feira, 29 de setembro de 2009

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Amor Verdadeiro


Carta enviada ao bispo Macedo, muito forte, quando li quase chorei...

Prezado Bispo Macedo,

Meu nome é Alessandra Mendes, sou obreira da Catedral da Fé de Goiânia, e sou da IURD desde 1998. Entrei na igreja com muito sofrimento e dor em todas as áreas da minha vida, mas o que mais me doía era uma vida sentimental destruída.
Em 2001, casei com um grande homem de Deus que me fez muito feliz por oito anos. Tive uma filhinha, que hoje está com 5 anos. Na quarta-feira, dia 12 de agosto, meu marido começou uma “gripe boba”, com uma tossezinha e dor na garganta. Dei a ele um antinflamatório para garganta e um xarope para gripe. Quando chegou no final de semana, ele piorou, com dores no corpo.
No domingo, levei-o ao pronto-socorro e o médico de plantão disse que ele estava com uma bronquitezinha. Passou um antibiótico, um xarope e uma dipirona, sem ao menos fazer qualquer tipo de exame, e o mandou pra casa.
Na terça-feira, voltamos ao pronto-socorro, pois as dores e a tosse aumentaram, acompanhadas de dor no peito. O médico de plantão pediu radiografia do tórax e exame de sangue, constatando pneumonia bilateral e suspeita da influenza A. Mesmo assim, disse que o mandaria para casa com os mesmo medicamentos. Quando meu marido informou que havia vomitado, o médico disse que iria interná-lo para que ele não desidratasse, pois não conseguia comer nem beber nada.
Meu marido ficou de terça à quinta nesse hospital, sentido as mesmas coisas e ainda estava cuspindo sangue, quando esse mesmo médico o deu alta e o mandou “sarar em casa”. Foram essas palavras.
Meu marido passou o dia sem respirar direito. Ele ficou duas noites sem conseguir dormir. Mesmo assim, o médico deu alta. Em casa, ele ficou péssimo, pois estava muito fraco, não conseguia comer, beber, dormir. Não parava de tossir e, o pior de tudo, não respirava direito.
No começo da noite, fomos ao pronto-socorro para que eles o ajudassem com nebulização, acreditando que não era grave. Quando chegamos, percebi que o médico que estava de plantão (que não era o mesmo) ficou desesperado. Ele viu que meu marido estava morrendo e disse que lá não havia leito nem UTI para que pudesse ser entubado para poder respirar, pois o sistema dele já estava quase em assepsia. Claro que ele não me falou isso, mas eu já sabia.
Ficamos das 21h às 2 da manhã procurando UTI em Goiânia inteira sem conseguir. O médico falava baixo ao telefone, afirmando que era gripe suína, e do outro lado só haviam recusas. Quando vi que ele não resolvia nada, Deus me iluminou e me dirigiu até um telefone para que eu ligasse para o nosso plano de saúde (Life Empresarial Saúde). Na ocasião, o funcionário da Life, Luciano, se prontificou em ajudar. Na mesma hora, ligou para o hospital onde estávamos e chamou a atenção do funcionário por não ter ligado para a Life para providenciar a UTI para o meu marido. Ficou sabendo pelo funcionário do hospital que havia somente um lugar em Goiânia que havia a UTI, mas não era credenciado da Life.
O funcionário Luciano, não se importando com nada disso e priorizando a vida do meu marido, ligou imediatamente para essa UTI e disse que a Life se responsabilizaria por tudo e que era para eles receberem meu marido.
Chamamos uma ambulância e fomos para lá. Graças a Deus por ter me orientado a ligar para a Life, chegamos lá por volta das 2 da manhã. Quando eram 4h45, o médico veio falar comigo, dizendo que a suspeita de gripe H1N1 era muito forte e que havia passado do tempo de receber a medicação certa pra isso. E que ele estava com assepsia e com uma “pneumonia muito importante”. E que o risco de morte era muito grande.
Eu, com toda minha fé, falei para ele que para Deus nada é impossível e que ele iria melhorar e sair dali. Fui para minha casa, onde estavam minha sogra (que por coincidência estava passando uns dias conosco), cuidando da minha filha. Falei com minha sogra que ele estava na UTI em coma induzido, para que conseguisse respirar melhor.
Pela manhã, voltamos ao hospital para resolvermos questões burocráticas e saber mais sobre meu marido. O médico, responsável pela UTI, falou da gravidade do problema e me questionou sobre o plano de saúde que ele nunca havia ouvido falar. Que plano é esse?, disse ele com o cartão na mão como se fosse uma planozinho qualquer, que tinha acabado de ser inventado.
Eu disse que meu marido era funcionário da Igreja Universal e que o plano de saúde era da igreja, somente de funcionários e pastores. O médico disse que o hospital não era credenciado com o plano e que tudo seria cobrado particular. Respondi que haviam vários lugares credenciados. Ele perguntou quais e eu falei os que sabia, e sugeri que ele entrasse no site. Ele entrou na minha frente e, logo ao ver o site, já começou a me dar mais crédito. Nesse momento, pessoas do plano ligaram para o hospital para saber informações e resolver o que precisasse, antes mesmo de eu pedir.
Eu liguei para a funcionária Dilza, do RH de Goiânia, que imediatamente entrou em contato com dona Ester, responsável pela Life, em Goiânia. Ela ligou imediatamente se prontificando a resolver todas e quaisquer questões burocráticas para mim. Nesse momento, o médico se espantou ao ver como um plano de saúde pode se importar tanto com um paciente. Mudou seu comportamento comigo, dizendo que gostaria de se credenciar ao plano, convidou que entrasse e conhecesse toda a UTI, além de mostrar onde meu marido ficaria.
Em seguida, disse que meu marido precisaria tomar um remédio que poderia mudar muito o seu quadro para melhor, porém era muito caro. Cada caixa custava mais de 7 mil reais e, pelo tamanho e peso dele, seriam necessários aproximadamente 15 caixas.
Quando informei isso ao plano, eles sequer me questionaram. Só pediram para o médico passar um relatório, informando todos os procedimentos feitos e tudo sobre esse medicamento. Parece que o médico não acreditava no que estava ouvindo. E como era emergência, esse valor foi liberado no mesmo dia, para surpresa de todos. Menos para mim, pois devido a tudo que o plano havia feito até aquele momento, eu tinha a certeza de que Deus estava à frente de tudo e que iria fazer um milagre.
Bispo, sei que estou sendo muito detalhista, mas fiz questão de explicar para que o senhor venha saber de tudo. Enfim, depois disso, ele tomou a medicação e melhorou aparentemente. Em seguida, fui chamada pelo laboratório, que também não era credenciado para receber mais cobranças. Automaticamente passei o caso para dona Ester que mais uma vez se prontificou em ajudar.
Entre uma situação e outra, os pastores da igreja, sempre querendo saber informações, foram até ao hospital visitá-lo e orar por ele. A funcionária Dilza, do RH, me ligou para dizer que a Life havia mandado me falar que o Márcio era prioridade para eles e que fariam o que fosse preciso para que ele recebesse o que precisasse pra melhorar.
Além de trabalhar para a igreja, ele era funcionário do Bispo Miguel Ângelo, na Assembléia Legislativa, e o mesmo fez tudo o que podia para nos ajudar. Pediu para que todos os funcionários orassem e jejuassem pelo meu marido. Fiquei sabendo também que foi ele que pediu para que a advogada Tomázia, ligasse para a igreja e dissesse que era para o plano autorizar o remédio e fizesse o que fosse necessário pelo meu marido.
Pediu que as funcionárias me ligassem e dessem apoio e orassem por nós. Ele recebeu tudo o que precisava pra melhorar, porém, Deus o quis no céu e, às 3h55 da manhã, do dia 25 de agosto, ele foi para Jesus. Sei que ele foi salvo, pois amava Deus acima de todas as coisas, e amava a IURD também de todo o coração. Amava muito essa obra, mas “Deus chama os bons”, foi o que ouvi de uma grande amiga.
Eu sei que a força que recebo todos os dias vem diretamente do Trono de Deus, pois caso contrário não suportaria. Em nenhum momento, questionei Deus por isso, pois sei que tudo o que Ele faz é bom. Que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam Deus. E que Sua vontade é boa, agradável e perfeita. O resto não importa. Não ouço nenhuma palavra contrária a isso. Não aceito sugestões contrárias à vontade de Deus, nem vindas do diabo, nem vindas do homem.
Agradeço a Deus por conhecê-Lo, por ter me levado para a IURD pois lá “conheci um Deus vivo”, conheci um homem que, enquanto esteve comigo, me fez muito feliz, me amou do jeito que eu sou, me deu uma filha linda, e formou comigo o tão sonhado purê de batatas que o senhor sempre fala. Hoje, posso dizer que o conheci do famoso purê, pois éramos um casal abençoado por Deus em tudo.
Claro que tínhamos dificuldades, algumas vezes financeiras, mas conjugal nunca. E olha que o diabo tentou, mas nosso casamento nunca foi abalado. Hoje, sei que amei e fui amada. Fiz por ele tudo o que podia fazer enquanto vivia. Nos últimos dias de vida, sem saber que iria morrer, falou: Amor, você cuida tão bem de mim, em tudo. E eu disse: É porque te amo, pois nem percebo o que faço, faço por amor, é automático.
Bispo, não digo isso com dor, mas com alegria. Estou passando essas informações para o senhor para que saiba que o meu marido não era pastor, não era diferente de nenhum dos funcionários, não tinha estrela na testa (a não ser para mim e para Deus), e foi tratado como se fosse a pessoa mais importante da IURD. Pela igreja, pelos pastores, pela Life, enfim, recebi apoio espiritual, emocional e ainda financeiro.
O nosso querido Bispo Miguel Ângelo pagou todo o funeral dele (eu soube disso depois). E lembrando ainda da obreira e enfermeira Ana Lúcia, amiga, irmã, companheira e mulher de Deus que esteve do lado dele todos os dias. Largou o emprego, momentaneamente, para poder ficar ao lado dele, verificando se estava sendo bem tratado e me informando de tudo. Ela cedeu o jazigo da família, onde há menos de um mês sepultou sua querida mãe, para enterrar o meu marido.
A Senhora Dilza, do RH, me ligou para saber como eu estava e dizer que o Pastor Robson, responsável pelo RH em Goiânia, e o Pastor Júlio, responsável pelo RH da igreja no Brasil, ambos pediram que ela me ligasse e oferecesse ajuda. Perguntaram como eu estava, oferecendo o apoio que eu precisasse, inclusive para que pudesse receber meus direitos, me orientando em tudo.
O Bispo Miguel e sua esposa, Dona Regina, pediram para a funcionária Dimpina, do gabinete, me ligar para me dar todo o apoio, pedir para que eu não ficasse sozinha. Enfim, bispo, me achei na obrigação de relatar tudo o que passei nesses dias e tudo o que a igreja em Goiás fez e está fazendo por mim e pela minha família.
Não esquecendo, claro, do nosso querido Pastor Márcio Carotti, que pediu oração e jejum para toda a igreja pelo meu marido, enquanto ele vivia, e enviou pastores ao hospital para orar pelo meu marido e, agora, por mim e pela minha filhinha. E o meu querido pai na fé, Bispo Darlan Ávila, que me ligou do Rio de Janeiro no dia no funeral para mais uma vez me oferecer apoio e me falar para ficar na fé. Não sei se me esqueci de alguém. Sei que não citei nomes de todos os obreiros, pastores e esposas que me ajudaram, pois não terminaria hoje. E tem nomes que nem sei para falar a verdade.
Sou grata a Deus por tudo, mesmo sentindo uma dor inexplicável. Sou grata ao meu Senhor Jesus por saber que Ele amou tanto o meu marido que o levou para Ele, e me ama tanto que tem me fortalecido. E permitiu que eu fosse tão feliz por esses oito anos.
Enquanto a Globo fala tanto que a igreja só quer lesar as pessoas, a igreja fez pelo meu marido o que ninguém jamais fez. E nenhum outro plano de saúde existente na face da terra, tenho certeza disso, faria por ele.
Até um dia antes da morte dele só no laboratório de exames havia uma conta de R$ 9.335. Acredito que pode ter sido mais que isso, sem falar no remédio que até hoje não sei ao certo o valor liberado, mas acredito que foi mais de R$ 80mil (não sei ao certo), fora a UTI uma das melhores de Goiânia, que não era credenciada do plano, o funeral, o jazigo, etc…
Foi isso que a FAMILIA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS fez pelo meu marido. Tenho uma irmã que é obreira de uma IURD do bairro de Vila Boa que luta para levar seu marido e filhos para igreja. Meu cunhado era muito revoltado com a dedicação dela para com a igreja, e com tudo o que ouviu da Globo. Quando soube o que a igreja fez pelo meu marido, chorou como uma criança e disse que retirava tudo o que havia falado antes, que nunca mais iria falar nada da igreja e que iria pra Jesus.
Meu outro cunhado, que é pastor da Assembléia de Deus, fez um culto defendendo a IURD de todas as acusações, inclusive pastores de outras denominações que visitava a igreja naquele dia. Sei que ouve uma revolução em muitas vidas e que, mesmo no leito de morte, meu marido ganhou muitas almas para Jesus.
Hoje, não sei o que vou fazer. Sei que nem a morte, nem a vida, nem os anjos ou espada, nada me separará do amor de Jesus Cristo. E o que Ele quiser de mim, eis-me aqui. Já pensei até em ser pastora, mas não estou na hora de pensar em muitas coisas. Mas por amor a Jesus, gostaria de servi-Lo de todo meu coração e com todo meu amor!
Bispo, eu amo Deus acima de todas as coisas. Já amava a IURD antes e agora muito mais, e amo o senhor por ter começado essa grande obra de Deus e ser tão dirigido pelo Espírito Santo.
Não estou aqui para tecer elogios a ninguém, pois não foi isso que aprendi e sei que também não é isso o que esperam de mim. Só quero agradecer por tudo.

Na fé,

Alessandra Mendes Oliveira
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Qualidade de Vida


A qualidade de crença em Deus determina a qualidade de vida que se quer. Leia essa maravilhosa experiência, relatada por um autor anônimo.
Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado, aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada.
Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou. Ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa.
Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.
Veja o que ele falou: “Prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez”, disse, levantando a voz, e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala. O professor continuou: ”Desde que comecei a lecionar – isso já faz muitos anos – descobri que nós, professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos, observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois, se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora. Então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.”
Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre. Afinal, quem gostaria de, espontaneamente, ser classificado como fazendo parte do resto?
Hoje, não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não. Só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos; se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.
Assim também é no que diz respeito à fé na Palavra de Deus. Quem se esmera em moldar o caráter e conduta de acordo com ela, conquistará a vida de qualidade que ela promete.


Disse Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de mim e por amor do evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna. ( Marcos 10.29-30 )

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O Valor que vc tem


Essa mensagem eu peguei do blog da Dona Cristiane Cardoso, muito bacana a história...

Então ai vai...


-Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar?


O que posso fazer para que me valorizem mais?


O professor, sem olhá-lo, disse:- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.E fazendo uma pausa, falou:- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.


- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.


O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porquetenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.


O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.


Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.


Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou.


O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.


- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.


O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar.


O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.


O jovem, surpreso, exclamou:- 58 MOEDAS DE OURO!!!


- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.


- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.


- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.


(Autor desconhecido)
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Sobre as Mulheres...


Li o texto abaixo no blog de uma mulher de Deus e gostei, estou postando aqui para compartilhar com quem quiser ler, é muito interessante e até engraçado, porém verdadeiro...então veja:


Se tem uma coisa que muitas de nós mulheres temos o hábito de fazer é deduzir, imaginar, aumentar proporções e querer que os maridos saibam o que estamos pensando sem que falemos uma só palavra! Por causa disso muitas vezes somos verdadeiras rainhas do drama...Quantas não são as vezes que "deduzimos" que nossos maridos sabem o porquê de estarmos chateadas e ficamos com mais raiva ainda quando eles "parecem" não entender?E quando você diz para ele... "Você NUNCA me entende!"Claro que quando você usou a palavra "nunca", você apenas aumentou a proporção um "pouquinho" para dar ênfase à sua frustração, mas para os homens esse "nunca" é levado ao pé da letra...Isso sem contar as vezes que você tenta demonstrar suas frustrações através da sua linguagem corporal, com suspiros, olhares, cara feia e coisas do tipo... Muitas dessas coisas são facilmente compreendidas por outras mulheres, mas para muitos homens, são vedadeiros mistérios, eles realmente não entendem!Recebi um e-mail de uma amiga outro dia, que foi escrito por um homem para os homens e o título é "Expressões usadas pelas mulheres e seus significados!!!""CERTO!" - Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas acham que estão certas e você precisa se calar."NADA" - Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que terminam em NADA, normalmente terminam em CERTO."VOCÊ QUE SABE" - É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e NUNCA diga que não sabe!"SUSPIRO ALTO" - Não é uma palavra, é uma declaração não verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que você tem que ficar alerta, pois ela está perdendo a paciência e está imaginando a razão de estar ali perdendo tempo discutindo com você sobre NADA."Ah É? TUDO BEM" - Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. Isso significa dizer que ela quer pensar muito bem antes de decidir quando e como você vai pagar pelo que fez que a desagradou.Se ela fizer a pergunta "Amor você acha que estou gordinha?"Veja as respostas e suas consequências:Só um pouquinho amor! Consequência: Puxa, nem acredito que você falou isso!Que nada amor, adoro assim! Consequência: Mentiroso, você acha que eu tô gorda e só tá falando isso pra me agradar!!Em outras palavras, quando ela te perguntar isso... Sujou! Já era! Tá frito! Sinto muito mais vai começar uma discussão e você certamente será vítima das expressões acima!!!Gente, quando acabei de ler isso, fiquei dando risada mais ao mesmo tempo pensando... É VERDADE!!!Somos assim mesmo, falamos uma coisa mas queremos dizer outra! E ainda queremos que eles entendam!


Conclusão: "Se você quer evitar problemas em seu relacionamento, seja clara, se expresse e se comunique de forma que seu companheiro venha a entender.Evite ficar pensando que ele TEM que saber a razão de você estar chateada, ainda que você tenha "demonstrado a razão", você não "falou" a razão."
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Oi...

Hoje é o meu primeiro dia aqui, criei esse Blog mais para ver como é, vamos ver no que vai da...rsrsrs...

Dezza
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